sexta-feira, 30 de abril de 2010

8º Encontro e 1º Aniversário do C4

Caros amigos e classicistas,

Mais uma vez o encontro e celebração do 1º aniversário do nosso clube foi um sucesso.

Desta vez a Meteo ajudou e, num dia de excelência para se conduzir estas máquinas, pusemo-nos à estrada e cativamos os olhares dos transeuntes, principalmente dos turistas.

Após a reunião em São Pedro de Sintra, rumámos a Negrais, com uma rota maravilhosamente traçada pelo Victor Costa. Atravessámos a encosta Norte da linda Serra de Sintra, desde o Palácio da Vila até à Praia das Maças. Depois seguimos junto à costa até Azenhas do Mar, onde seguimos rumo a Perô Pinheiro, daí a Negrais foi um salto. Indescritível a paisagem, desde a serra, o mar e a sempre linda encosta onde as casas de Azenha do Mar se mostram num equilíbrio incerto sonhado por Deus e concretizado pelos portugueses.

O repasto de leitão aguardava-nos em Negrais, findo o qual seguimos para a Granja do Marquês, aonde iniciaríamos a nossa agenda cultural. Mais uma vez, o nosso sócio e amigo Munkelt fez as honras da casa e guiou-nos majestosamente pelas galerias do novo Museu do Ar (que se mudou recentemente de Alverca para a Base Aérea nº1).

O sonho cumpriu-se, juntámos as máquinas antigas aéreas com as terrestres. Só faltou mesmo um show aéreo... fica para o próximo evento.

Aproveito para vos informar do 9ºEncontro do C4 que será realizado a 01 de Junho no aeródromo de Santarém. Aproveitando a iniciativa da Aero-Fénix, vamos dar um dia da criança diferente às que sofrem de doenças terminais. Fomos convidados a participar neste evento que se encontra em fase de preparativos, a ideia é proporcionar a estas crianças baptismos de voo, emoções diferentes e um dia memorável. A nossa participação incluí levar alguns miúdos a passear connosco, no aeródromo, dentro dos clássicos.

Espero a vossa colaboração, vamos dar o que podemos em troca de um sorriso.

As fotos do aniversário:








sábado, 20 de fevereiro de 2010

8º Encontro e 1º Aniversário do C4

Caros amigos aviadores e classicistas,

Gostaria de vos convidar a todos para a celebração do 1ºAniversário do nosso clube C4. A data escolhida para o efeito foi 28 de Abril, peçam a folga . À semelhança dos encontros anteriores também faremos um almoço, celebrando o nosso 1ºAniversário e o 8º Encontro do C4.

O programa é o seguinte:

11H00 _ Concentração dos participantes no Largo da praça, em São Pedro de Sintra
11H30 _ Inicio do cortejo pelas ruas de Sintra e pelos itinerários alternativos antigos até à Base Aérea Nº1 na Granja do Marquês.
12H30 _ Almoço
14H00 _ Visita às novas instalações do Museu do Ar, que se mudou de Alverca para a BA1.
16H00 _ Regresso a casa.

Como podem ver, este evento tem também associado um momento cultural que nos toca a todos. Vamos juntar o nosso gosto pelas “máquinas” antigas terrestres com as antigas aéreas.


Tragam amigos, todos são muito bem vindos.

Estou aberto a sugestões para tornarmos este dia ainda mais extraordinário, conto convosco.

Confirmações até 15 de Abril, por favor. Se puderem confirmar antes, melhor, devido à organização e logística do almoço e visita.

Bons voos e melhores aterragens.

O 1º Poço de Petróleo

O primeiro poço de petróleo é perfurado em 1859, por Edwin Drake, em Titusville, na Pensilvânia. Muita gente, décadas mais tarde, fica com a impressão de que o petróleo aparece na hora certa para ficar no lugar do óleo de baleia, para uso culinário e de transporte, que está quase a acabar.
A realidade, porém, é que há muitos tipos de óleo combustível e comestível na Europa e nos Estados Unidos: vegetais (amendoim, semente de soja e óleo de pinheiros), óleos animais (de castor, baleia, sebo de boi e porco), terebintina refinada e álcoois (especialmente de madeira (metanol) e grãos (etanol)).
De todos, o mais comum nos Estados Unidos é o canfeno, ou, na linguagem mais popular, “fluido de queima”, uma mistura de álcool e de 20% a 50% de terebintina (para dar cor à chama), mais algumas gotas de óleo de cânfora para mascarar o desagradável cheiro de terebintina. O álcool é a base de indústrias de destilarias, que geralmente vendem até 80% da sua produção ao mercado de combustíveis.
Em 1861, milhares de destilarias americanas produzem pelo menos 420 milhões de litros de álcool para iluminação, todo o ano. A guerra civil traz um imposto sobre esse combustível, quando usado em bebidas, mas como a lei não é específica, o imposto é aplicado também para fins industriais e gerais, tornando o seu uso como combustível inviável praticamente do dia para a noite.
O querosene, palavra que significa literalmente “combustível solar”, é bom, não é volátil demais, dá boa iluminação, é razoavelmente barato e fica no lugar do álcool. O futuro das destilarias é agora muito conturbado. Os problemas da indústria americana de álcool podem ser imaginados quando se lembra que nos 33 anos anteriores, pede e recebe cinco patentes, e agora, só nos próximos seis anos, recebe 32. Depois desse período, não há mais pedidos de patentes para “fluidos de queima”. Na Europa, não havendo as mesmas circunstâncias, o querosene aparece bem mais devagar.